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Como vivemos a Morte (29 outubro)

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“O homem, tem o sentimento inato do futuro; diz-lhe a intuição que a morte não é a última fase da existência e que aqueles cuja perda lamentamos não estão irremissivelmente perdidos.” Céu e Inferno, Cap.II Mesmo assim, o homem teme a morte e procura viver como se a sua passagem pela terra fosse eterna, não pensar na morte não faz ela não aconteça, pois, nascer e morrer são leis da natureza. Erradamente, queremos concentrar na permanência do corpo na terra, toda a nossa existência. “Não vos inquieteis com o corpo, mas pensai antes no Espírito; ide pregar o Reino de Deus: ide dizer aos homens que a sua pátria não se concentra na Terra, mas no Céu, porque somente lá é que se vive a verdadeira vida.”- disse Jesus ESE, Cap.XXIII-item 8 “É importante mostrar objetivamente, que a vida é o caminho da morte, mas que a morte não é o fim da existência humana.” “Há milhões de anos que morremos e ainda não aprendemos que vida e morte são ocorrências naturais.” ...

José Araújo em Évora - 5 de novembro

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É com muita alegria, que no próximo dia 5 de novembro, receberemos no CEFE, o  espírita e médium brasileiro  José  Araújo . José Fernando Araújo nasceu na Cidade de Recife - PE – Brasil, tem 48 anos, 4 filhos e 2 netos, e fundou dois centros espíritas: Comunidade Espírita Amor em Movimento (CEAM) e, a Comunidade Espírita Irmã Lúcia (CEIL – É médium desde criança, (psicografia,psicometria, psicofonia, clarividência e clariaudiência), sendo a psicografia sua principal área de trabalho espírita, na mediunidade (www.ceil.com.br). Profissionalmente, José Fernando Araújo é autodidacta, sendo consultor de empresas e “Head Hunter”, palestrante e Actualmente ministra cursos e palestras em empresas e, no Instituto Evolução Humana, em Blumenau-SC, Brasil. Até ao momento editou 5 Livros espíritas “Resgate Libertador” e “Caminheiros do bem” ditados pelo espírito Jonas, “No templo do Reencontro” ditado pelo espírito Magnólia, “Contos do outro lado” ditado por diversos espíritos...

Divaldo em Évora uma vez mais

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É com muita alegria que agradecemos a Deus e a Divaldo, pela noite de ontem.  Não havia melhor forma de transformar uma noite aparentemente desagradável  pelo temporal que se fazia sentir, numa maravilhosa noite de aprendizagem que encheu o coração de todos os presentes, não só de conhecimento, mas também de alegria com o inconfundível encanto que Divaldo coloca em tudo o que diz. O nosso querido amigo Décio Carvalho escreveu o "Diario de Bordo" de Divaldo em Évora, que passo a publicar: No dia 24 às 17 horas, Divaldo Franco foi conduzido por Vitor Mora Féria à cidade de Évora, considerada  Patrimônio da Humanidade,  pela UNESCO. Desde 2009 que Divaldo visita a cidade, ali proferindo conferências. A noite porém, foi de tempestade incomum, que tomou conta de todo o país. Nada obstante, os dois trabalhadores de Jesus enfrentaram o tempo desafiador saindo de Lisboa e rumando ao Hotel Dom Fernando, onde se têm realizado as conferências. Para mu...

Não vim trazer a paz mas a espada...(22 de outubro)

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“Não vim trazer a paz, mas a espada”. (Lc, XII: 49-53 e Mt, X: 35-36) Ensinamento que se refere ao resultado que adviria do estabelecimento de sua doutrina. Joanna de Ângelis diz-nos que a estranha moral de Jesus veio como uma espada, para separar a mentira da verdade; a posse violenta da conquista honrosa; nos lares, veio para derrubar as construções rígidas do egoísmo, do patriarcado sombrio, do orgulho de clã e de raça; que a espada veio ferir, fortemente, a ignorância, o orgulho, os preconceitos de cada novo adepto, com lutas íntimas, pela não aceitação por parte dos entes mais queridos, da nova escolha feita. Exemplo disso foi Paulo de Tarso, rejeitado pela família e tido como louco pelos antigos companheiros de tribuna. A doutrina de Jesus não trouxe mesmo a paz, pois surgiram opositores ferrenhos, ontem e hoje, tais os detentores do poder, os exploradores da credulidade geral, os usurpadores de bens e de recursos, os perseguidores dos ideais de elevação huma...

Divaldo Franco em Évora

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Uma vez mais temos a alegria de ter connosco em Évora o nosso querido amigo Divaldo, para mais uma palestra, uma nova oportunidade de aprendizagem que enche os corações de todos. Não falte, entrada livre!!!

A candeia debaixo do alqueire "Por que falava Jesus por parábolas?" (15 de outubro)

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“Não se coloca a candeia por debaixo do alqueire… não significa que se deve revelar todas as coisas; todo ensinamento deve ser proporcional à inteligência daquele a quem ele se dirige , visto que há pessoas a quem uma luz muito viva deslumbraria, sem as esclarecer.”  ESE, Cap.XXIV -  Item 4 Devemos espalhar os conhecimentos que possuímos em beneficio de todos, pois a verdade não é para ser escondida de ninguém. entretanto, ela pode ser gradualmente percebida por aqueles que se propõem a ir ao seu encontro. "A verdade jamais se camufla; surge com força e externa-se com dignidade. Não tem alteração íntima, permanecendo a mesma em todas as épocas. Ninguém consegue ocultá-la, porque, semelhante à luz, irradia-se naturalmente. Nem sempre é aceite, por convidar à responsabilidade. Amiga do discernimento, é a pedra angular da consciência de si mesmo, factor ético-moral da conduta saudável. A verdade espera... Seus opositores adoecem, envelhecem e morrem, enquanto ela p...

Indissolubilidade do casamento (8 de outubro)

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Quando um homem e uma mulher se unem por laços de afeto mútuo e afinidade entre os espíritos, essa união é, por si só, indissolúvel, porque está de acordo com as leis de Deus. Caso contrário, quando predominam os interesses puramente materiais, é fonte de dores e sofrimentos, por contrariar a lei de amor. "O divórcio é Lei humana que tem por objectivo separar legalmente o que já, de fato, está separado. Não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que os homens hão feito e só é aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina."  Item 5, do Cap. XXII, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" Em relação às separações, Emmanuel diz-nos  que, o melhor é  não sermos  nós  a provocá-las, mas quando nosso parceiro quiser partir que nós o libertemos. O significado desta libertação é o trabalho interno de nossas almas no sentido de não acolhermos mágoas, ressentimentos, ódios. É um exercício que precisamos começar a realizar ...