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Sofrimento Fermento da Vida (26 de setembro)

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"As vicissitudes da vida são de duas espécies, ou, se quisermos, tem duas origens bem diversas, que importa distinguir: umas têm sua causa na vida presente; fora desta vida." E. S. E.  Cap. V, item 4 "O homem que sofre é semelhante a um devedor de grande soma, a quem o credor dissesse: “Se me pagares hoje mesmo a centésima parte, darei quitação do resto e ficarás livre; se não, vou perseguir-te até que pagues o último centavo”. O devedor não ficaria feliz de submeter-se a todas as privações, para se livrar da dívida, pagando somente a centésima parte da mesma? Em vez de queixar-se do credor, não lhe agradeceria?" E. S. E.  Cap. V, item 12  "A vida na Terra se assemelha a um estágio em magnífica escola. A reencarnação é abençoada oportunidade de crescimento espiritual. Somos, porém, aprendizes rebeldes e incipientes. Malbaratamos o tempo. Desprezamos a lição. Olvidamos os compromissos. Quando sofremos, recorremos a Deus, ensaiando ...

Ninguém perde aqueles que ama (19 de setembro)

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Saber que nunca perdemos aqueles que amamos é uma das consolações, talvez a maior, que o Espiritismo nos traz. Aqui partilhamos esta história, trazida por Chico Xavier e um excerto do Evangelho Segundo o Espiritismo. "SaberTransformando Saudade em Caridade  Hoje, em Uberaba, dia 13 de novembro de 1982, no culto evangélico ao ar livre no Abacateiro, junto a Chico Xavier, presenciamos um fato sublime e de grande significado. Uma família de São Paulo comemorava os 23 anos do jovem Roberto Muszkat, domiciliado presentemente no mundo espiritual. Liderados por seus pais, dona Sônia e dr. David, seus irmãos entoavam em prece muda o tradicional “parabéns para você. Sobre a mesa, um bolo de 40 quilos todo enfeitado, com palavras em glacê, saudando as crianças “convidadas” da Mata do Carrinho. Bolas coloridas e bonecas, balas e cadernos completavam a festa sui generis. Logo adiante, alguns amigos ainda distribuíam, em forma de brindes, o arroz, o feijão, o macarrão, a rosca s...

Prevenção ao Suicídio (12 de setembro)

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No Livro dos Espíritos podemos encontrar os esclarecimentos que se seguem e nas dificuldades da vida podemos encontrar verdadeiras oportunidades de crescimento. Que não nos falte a força e a coragem…que não nos falte a Fé, para lutar pela VIDA! Q. n° 943. Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de certos indivíduos? “Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade.” “Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que o espera.”  Q. n° 944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida? “Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.”. Livro dos Espíritos Q. n° 5. Então, não há esperança de recuperação para o suicida? R: Clar...

Onde mora a Caridade (5 de setembro)

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"Amarás a teu próximo como a ti mesmo”, significando que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar ao próximo, nem amar ao próximo sem amar a Deus, porque tudo quanto se faz contra o próximo, é contra Deus que se faz. Não se podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se encontram resumidos nesta máxima: Fora da caridade não há  salvação ." E.S.E. Cap. XV, item 5                                                                                               ...

Benefícios da Indulgência (22 de agosto)

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"Espíritas , queremos hoje vos falar da indulgência, esse sentimento tão doce, tão fraternal,que todo homem deve ter para com os seus irmãos, mas que tão poucos praticam. A indulgência não vê os defeitos alheios, e se os vê, evita comentá-los e divulgá-los. Oculta-os, pelo contrário, evitando que se propaguem, e se a malevolência os descobre, tem sempre uma desculpa à mão para os disfarçar, mas uma desculpa plausível, séria, e não daquelas que, fingindo atenuar a falta, a fazem ressaltar com pérfida astúcia.  A indulgência jamais se preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para prestar um serviço, mas ainda assim com o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, nem traz censuras nos lábios, mas apenas conselhos, quase sempre velados. " E.S.E. Cap. X, item 16 "A indulgência sacia a sede de compreensão e acalma o coração por vezes atormentado pela culpa. Ela atrai quem mais necessita de amparo e compreensão. E especialme...

A Arte de Envelhecer (8 de agosto)

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"A velhice é inevitável fenómeno biológico de desgaste que atinge todos os seres vivos. Resulta do esforço mantido pelos equipamentos orgânicos, a fim de preservarem a sua funcionalidade. A Terceira idade, conforme se convenciona chamar hodiernamente a velhice, deve representar sabedoria, riqueza decorrente das experiências, período próprio para o repouso. (...) O medo da velhice é muito cruel, tornando-se um verdadeiro tormento para quantos não consideram a existência física na condição de uma jornada de breve duração, por mais longa se apresente, passando por estágios bem delineados desde o berço até o túmulo. Desequipados quanto à realidade - consumo de energias que propicia o envelhecimento. Celular e por decorrência os fenómenos biológicos que lhe são correspondentes - afadigam-se na busca de métodos rejuvenescedores, de grupos especiais, nos quais seja possível repetir-se a ilusão da mocidade, desarmonizando-se interiormente e tombando em evitáveis transtornos psicológico...

Sem Culpas nem Remorsos… Qual o caminho? (1 de agosto)

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"Duas são as causas psicológicas da culpa: a que procede da sombra escura do passado, da consciência que se sente responsável por males que haja praticado em relação a outrem e a que tem sua origem na infância, como decorrência da educação que é ministrada. A culpa é resultado da raiva que alguém sente contra si mesmo, voltada para dentro, em forma de sensação de algo que foi feito erradamente. Este procedimento preexiste à vida física, porque originário, na sua primeira proposta, como gravame cometido contra o próximo, que gerou conflito de consciência. Quando a ação foi desencadeada, a raiva, o ódio ou o desejo de vingança, ou mesmo a inconsequência moral, não se permitiram avaliação do desatino, atendendo ao impulso nascido na mesquinhez ou no primarismo pessoal. Lentamente, porém, o remorso gerou o fenómeno de identificação do erro, mas não se fez acompanhar de coragem para a conveniente reparação, transferindo para os arquivos do Espírito o conflito em forma de culpa, qu...