Mensagens

Educação Espírita dedicada à Criança

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Ajudar as crianças e os jovens a se auto-conhecerem  e a compreenderem a sua origem divina é algo que se faz urgente e um importante trabalho que deve ter início em tenra idade. Quando percebemos o quanto para nós é necessário procurar respostas para as nossas dúvidas, porque não entender que as crianças e jovens têm as mesmas necessidades, mas que, quanto mais cedo forem esclarecidos mais preparados e esclarecidos chegarão à fase adulta. Existem histórias para as diferentes faixas etárias, e para os principais temas da nossa vida. Um dos mais recentes livros  “Até já” , publicado para o estudo do Espiritismo para os jovens a partir dos 15 anos, traz duas histórias para que possamos levar os jovens a reflectir sobre a imortalidade. E, em jeito de conversa informal, na contracapa, uma reflexão que passamos a transcrever, procurando suscitar a curiosidade  e interesse a todos quantos partilhem da nossa preocupação pela preparação da juventude. “Acordamos todos os...

Auxílio eficiente (21 de julho)

Esta semana partilhamos uma analise à mensagem 17 do livro Vinha de Luz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel. O vídeo foi feito para uma interação com o  NÚCLEO CULTURAL  ESPÍRITA  LUZ E CARIDADE DO  BARREIRO. (17) Auxílio eficiente  “E abrindo a sua boca os ensinava.”  (Mateus, 5:2)  O homem que se distancia da multidão raramente assume posição digna à frente dela. Em geral, quem recebe autoridade cogita de encastelar-se em zona superior. Quem alcança património financeiro elevado costuma esquecer os que lhe foram companheiros do princípio e traça linhas divisórias humilhantes para que os necessitados não o aborreçam. Quem aprimora a inteligência quase sempre abusa das paixões populares facilmente exploráveis. E a massa, na maioria das regiões do mundo, prossegue relegada a si própria . A política inferior converte-­a em joguete de manob...

As janelas da Alma (14 de julho)

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" A Cada dia já basta o seu mal "(Mt, 6:34) Ensinou-nos Jesus, a fim de que não antecipássemos sofrimentos, nem prolongássemos dificuldades, pois o Mestre ciente da nossa pouca fé sabia que com facilidade nos demoraríamos em telas de sofrimento. De uma forma pouco refletida, que nos carateriza, assumimos o desejo pela alegria, pela felicidade, contudo, caminhamos em sentido contrário e sem que nos apercebamos distanciamo-nos do nosso propósito. Fazemo-lo sempre que escolhemos acolher em nós mágoas, dores, frustrações, intolerâncias, ausências de perdão e/ou aceitação, para connosco, para com o próximo e até mesmo para com Deus. Adotamos tantas e tantas vezes a posição de coitadinhos, zangados com o mundo, injustiçados pela vida, sem compreendermos que nos estamos a deixar dominar pelo egoísmo e pelo orgulho. Não só nos vitimizamos como esperamos que os outros também se compadeçam de nós... E nisto a felicidade ficou lá atrás, é importante parar, avaliar onde nos en...

Perguntas e Respostas (7 de julho)

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É necessário continuarmos a levantar questões, a perguntar por quê? Quando não temos mais dúvidas...então não temos mais nada! Independentemente de estarmos mais resguardados em casa ou tentarmos´retomar voluntária ou involuntariamente uma "normalidade" que ainda não pode existir, não deixemos de refletir sobre o que se passa ao nosso redor, entre o que os nossos olhos vêem, o nosso coração sente, ou simplesmente o que o bom senso dita.  Não reclamemos se nos encontramos com saúde, não reclamemos se aqueles com que temos laços de profundo afeto estão com saúde, não reclamemos se não nos falta o teto, o pão, não reclamemos... Sejamos Gratos! O momento é de ação, não de queixume, somos chamados a intervir na dor, por meio da prece, da oração sincera crentes que ela será o socorro que aproximará muitos dos nossos companheiros de Deus. Quanta luz será necessária partir dos nossos corações para iluminar tantos companheiros que diariamente estão a retornar à pátr...

A minha fé e a incerteza dos tempos (30 de junho)

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Gostávamos de poder escrever nestas breves linhas que o pior já passou, que foi uma grande prova para todos, mas que todos ficamos mais fortes, mais ricos...porém, não é assim, continuamos a viver dias de incerteza quanto à saúde física e notamos comportamentos anteriormente não testemunhados pelo facto do confinamento ser quase total, comportamentos cruéis de boato, julgamento, repudio, falta de humanidade.  Há situações que não são noticiadas, andam à boca pequena, mas andam de boca em boca, infelizmente as pessoas não percebem que há palavras e pensamentos que contagiam e são mais nocivos que o próprio vírus. Vou resguardar o meu corpo!...Mas comprometer a minha alma... Acima de tudo e independentemente da situação que cada um de nós está a atravessar a resposta do  Momento é FÉ . Contudo, pode parecer uma resposta vaga, para alguns até vazia e pouco eficiente,... é normal cada um sente, interpreta percebe de forma diferente, de acordo com a sua caminhada. Mesmo ...

Preconceito, reflexo da minha infantilidade espiritual (23 de junho)

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Deus concebeu a humanidade dotada de inigualável beleza, quais diferentes flores de um jardim de variadas cores, tamanhos, aromas…que pela sua diferença tornam o ambiente rico. Porém, na nossa condição de crianças espirituais nem sempre lidamos bem com a diferença, com a nossa e com a dos outros. Afinal, ser diferente não é ser menos é simplesmente ser! Quando analisamos estas temáticas o primeiro olhar deve recair sobre nós mesmos, identificando as nossas próprias caraterísticas físicas, o que gostamos e não gostamos em nós. Temos muita facilidade em enumerar qualidades e muita dificuldade em assumir defeitos, vícios e limitações. Lidamos aqui com uma grande dificuldade do ser humano, o PRECONCEITO que aliado ao egoísmo são os responsáveis pela falta de aceitação. Quando percebemos que conseguimos ser preconceituosos connosco próprios, ao não aceitarmos as nossas caraterísticas, com os nossos filhos, procedendo da mesma forma, então todo o processo de aceitação do outro se t...

As minhas escolhas (16 de junho)

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Hoje vamos procurar refletir na forma como fazemos as nossas escolhas. Elas acontecem quase ao ritmo do bater do coração, pois é uma constante, estamos sempre a escolher, até quando escolhemos não escolher, nós o fazemos. E é tão impressionante observar a sucessão de acontecimentos que partiram de uma escolha nossa e que raras vezes tem ação apenas sobre nós. As nossas escolhas cruzam-se, influenciam, condicionam as dos outros e vice-versa. O tema é um convite ao exercício individual de reflexão.  Se em dada altura eu tivesse escolhido ir..., ficar...,  fazer..., não ter feito... como teria sido? O que me levou a essa escolha? Como  faria hoje? Não é para deprimir ninguém, é para assumir que independentemente de tudo...eu escolhi! Mas como o fazemos? O que é que em nós determina as nossas escolhas? Uns dizem que escolhem com a cabeça, outros com o coração, ou seja, com a razão ou com a emoção. Talvez seja isso, que tantas vezes nos leva a escolhas pouco...